De acordo com a pesquisa do G1, Flávio Dino já cumpriu ou está cumprindo 92% dos compromissos de campanha. Isso o coloca como governador mais eficiente em todo o Brasil.

Governador Flávio Dino, colocado como Governador mais eficiente do Brasil, pelo G1.

Governador Flávio Dino, colocado como Governador mais eficiente do Brasil, pelo G1.

O cidadão tem o direito de saber o que está sendo feito na administração pública. E o próprio Governo precisa saber como está o desempenho de cada área. A partir dessa premissa, o governador Flávio Dino se comprometeu, antes de assumir o cargo, a adotar um sistema de metas de desempenho na gestão estadual.

Essa proposta já foi cumprida, como mostra um levantamento nacional do G1 sobre os compromissos de campanha dos governadores.

De acordo com a pesquisa do G1 (clique aqui), Flávio Dino já cumpriu ou está cumprindo 92% dos compromissos de campanha. Isso o coloca como governador mais eficiente em todo o Brasil. Ele também aparece no topo de uma lista com governadores, prefeitos de capital, presidente da República e ex-governantes. São 60 políticos no total.

  • Saiba mais sobre as ações do governador destacadas pelo Portal G1 clicando aqui.

O G1, pertencente ao Grupo Globo, conta que a proposta era “adotar, sob a coordenação da Secretaria de Planejamento, um sistema de metas de desempenho para todas as áreas de governo. As metas serão públicas e fiscalizadas pela sociedade”.

O estudo mostra que o compromisso foi concluído: “As metas do governo passaram a ser acompanhadas pelo site metas.ma.gov.br. Ao todo, são 65 propostas de diferentes áreas”.

O Sistema Metas será atualizado constantemente, conforme cada meta de Governo elencada e suas evoluções práticas.

Mais controle

Em 2016, devido à necessidade de um controle das ações de gestão de Governo por municípios, também foi desenvolvido o Sistema Promunicípios, por meio de articulação entre a Secretaria de Estado de Governo e a Secretaria de Comunicação e Articulação Política.

As informações contidas no referido sistema são utilizadas em caráter estratégico para acompanhamento da evolução das ações executadas pelo Governo, em nível de gestão.

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Animado com os indicadores econômicos positivos do Maranhão, o governador anunciou que 2018 ainda vai revelar duas boas novas de 2017 no estado

Do Jornal Pequeno

Foto: Gilson Ferreira

Foto: Gilson Ferreira

Em entrevista à editoria de política do Jornal Pequeno (Lourival Bogéa, Oswaldo Viviani, Manoel Santos Neto, Itevaldo Júnior, John Cutrim), o governador Flávio Dino disse que a eleição com Roseana Sarney como candidata a governadora será, segundo ele, “mais saborosa e emocionante”. “Eu gosto de forte emoções. Alguém que torce pelo Botafogo, tem que gostar de emoções fortes…”.

Além do balanço da gestão realizada em 2017, Dino discorreu sobre os investimentos que serão realizados a partir do ano que vem, como o Hospital da Ilha, de urgência e emergência, que será construído na avenida São Luís Rei de França e que atenderá toda a Região Metropolitana de São Luís.

“Nós já abrimos a licitação, que ocorre em janeiro. Vamos usar recursos do BNDS e da Caixa Econômica”, detalhou o governador, que disputará a reeleição no ano que vem. Sobre 2017, o  governador falou da instabilidade política nacional e dos desafios da gestão, que mesmo com as dificuldades manteve programas, que ele espera que sejam perenes, como o Escola Digna, a Força  Estadual de Saúde e o Mais IDH.

Animado com os indicadores econômicos positivos do Maranhão – mesmo nesses tempos de incertezas econômica e política no país –, o governador anunciou  que 2018 ainda vai revelar duas boas novas de 2017 no estado: o avanço no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e um dos maiores crescimentos do PIB no Brasil.

O governador Flávio Dino também falou sobre o rompimento do senador Roberto Rocha. Dino disse que até hoje não entende a razão a qual levou Rocha a tratá-lo de repente como inimigo. O governador falou ainda que nunca quis responder as críticas do senador a ele e a seu governo.

“Agora objetivamente tu me pegunta ‘houve alguma coisa’, não!. Então realmente é uma coisa fora de tom, fora de lógica, é uma coisa mais no terreno da irracionalidade do que uma coisa propriamente racional. E eu vou continuar sem responder ele, diga-se de passagem, a não ser que se de fato ele for candidato a governador, aí claro eu terei que responder, embora eu não acredite que ele será candidato a governador”, declarou.

A entrevista completa você acessa no APP do Jornal Pequeno disponível na APP Store (sistema IOS) ou na Google Play (para aparelhos Android)

JP – E se a ex-governadora Roseana Sarney realmente for candidata ao governo, como o senhor acha que vai ser a eleição?

Flávio Dino – Acho que será uma eleição mais emocionante. Eu gosto de fortes emoções. Alguém que torce pelo Botafogo tem que gostar de emoções fortes… Acho que é uma eleição mais emocionante [com Roseana na disputa], uma eleição mais nítida, muita clara, muito fácil de fazer o contraste. Então, será uma eleição saborosa, eu diria.

JP – A sociedade até hoje não entende bem esse rompimento que houve entre o senador Roberto Rocha, que já foi seu aliado, e o sr. O que realmente aconteceu, afinal?

Flávio Dino – Realmente não sei te explicar, porque a gente era aliado político, não éramos amigos, também não éramos inimigos, ele de repente que começou a me tratar como inimigo, do nada, porque não era critica política, era raivoso. Eu acho que ele foi num crescente talvez o fato de eu nunca ter respondido ele foi se irritando, porque eu nunca respondi. Ele foi para um nível de agressividade pessoal que eu não consigo entender, talvez pelo fato de eu nunca ter respondido e ele se considere tão importante para a política maranhense que eu deveria respondê-lo todos os dias. Ele posta absurdos na internet e eu acho que a resposta mais educada que eu tenho é ignorar, e talvez isso tenha gerado um ciclo de agressividade realmente fora do tom. Tem hora que eu penso que ele está até editando o jornal O Estado do Maranhão, tem hora neh, ou sendo editado pelo Estado do Maranhão [da família Sarney]. Eu não consigo entender direito, agora objetivamente tu me pegunta ‘houve alguma coisa’, não!. Alguma coisa que teve me pedido é politicamente, ideologicamente, seja lá o que eu tenho pedido pra ele, nada.

JP – Na reeleição do prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Jr., ele queria que o filho, Roberto Jr, fosse vice do Edivaldo. Não foi isso a causa do rompimento?

Flávio Dino – Eu concordei com o Roberto Jr. de vice, este é o paradoxo, nesta mesa aqui, eu concordei, depois por alguma razão que eu não sei qual foi e também não me vem ao caso, outrem resolveu tirar Roberto Jr. de vice, que não fui eu. E eu tenho a prova objetiva disso, ora se o PCdoB reivindicasse a vice do Edivaldo, por que que eu iria deixar todos os meus secretários inelegíveis? A gente nunca cogitou indicar o vice, nem na prefeitura. Vou te dar um exemplo, o Lula Fylho, que é o atual secretário de Saúde da Prefeitura, é do PCdoB, tava inelegível. Poderia ser vice, não poderia, poderia. O Felipe poderia ser vice, o Marco poderia ser vice, tanta gente, a gente tinha assim 20 nomes que dariam bons vices, todos estavam inelegíveis. Quando eles vieram e disseram não nós queremos que o PCdoB indique o vice porque houve um problema que eu não sei qual foi, nós lembramos por sorte do Júlio Pinheiro que era candidato a vereador, o atual vice-prefeito da cidade. Ele só não estava inelegível por que ele era candidato a vereador e tinha se descompatibilizado do sindicato porque senão até ele estava inelegível. Então essa é a prova que a gente não reivindicava, era um lugar que pra nós a gente não reivindicava. Eu não sei se houve assim algum envenenamento. Ele adotou um caminho próprio, ele já tinha adotado em Imperatriz, sem combinar com ninguém, que foi o ingresso do Ildon Marques no PSB. Parece que houve um desentendimento também dele com o Luciano Leitoa dento do PSB, até o Chico Leitoa fez um artigo explicando isso, uma série de fatores, nenhum atribuíveis a mim. Eu não pedi pra ele votar contra o impeachment da Dilma, acabei de dizer aqui, eu respeito tudo isso, não pedi pra ele, vota assim, vota assado, ele que um dia me ligou e disse ‘vou votar pelo impeachment’, ele me ligou. Eu disse ‘ok, Roberto, eu compreendo as suas razões e tal, seu partido está votando e etc’. Então realmente é uma coisa fora de tom, fora de lógica, é uma coisa mais no terreno da irracionalidade do que uma coisa propriamente racional. E eu vou continuar sem responder ele, diga-se de passagem, a não ser que se de fato ele for candidato a governador, aí claro eu terei que responder, embora eu não acredite que ele será candidato a governador.

JP- Em relação à sucessão presidencial, o senhor acredita que Lula terá condições de sair candidato?

Flávio Dino – Lula tem direito de tentar ser candidato. Acho que ele tem ainda um longo processo pela frente, mas, na minha opinião, ele tem não só o direito como o dever de tentar ser candidato. É um processo difícil, naturalmente. Porque ele já parte perdendo, em face de uma sentença condenatória. Portanto, não é um processo simples.

Eu diria que é possível que ele seja candidato. Não é provável, mas é possível. Acho que ele tem de esgotar todos os recursos que o conduzam a isso, e tenho sustentado isso publicamente.

JP – O senhor é amigo do ex-presidente Lula?

Flávio Dino – Tenho conversado com o ex-presidente Lula. Não me considero amigo pessoal dele. Porque amigo pra mim é uma coisa bem singular: amigo é quem vai na casa da gente, a gente visita na casa dele. Nesse sentido, não. O presidente Lula é para mim, hoje, um aliado político, como eu sou do PT, em termos estaduais. Agora, o que Lula vai fazer em 2018 realmente eu não faço a menor ideia.

JP – Qual deve ser o critério para escolha do candidato à outra vaga ao Senado?

Flávio Dino – Deve ser o mesmo critério, deve ser do mesmo modo que foi o Weverton, que não foi decidido por mim, mas pela imensa maioria dos partidos que hoje me apoiam. Ele teve isso – e isso é mérito dele, ele fez isso sozinho – destaque com uma posição nacional clara no campo anti-Temer. Ele naturalmente ganhou a simpatia do campo anti-Temer, no estado. Mas ao mesmo tempo ele soube – por méritos dele – costurar apoio dos partidos… Então, ele construiu o apoio em torno do nome dele, de um modo tão claro que eu, na verdade, fui declarar o que praticamente já estava pactuado. Por isso foi uma boa escolha, porque foi no tempo certo e do jeito certo. Não foi uma imposição.

E é isso que tenho dito a todos os que se apresentaram como pré-candidatos: tanto para o Waldir Maranhão, como para o Zé Reinaldo e para Eliziane Gama. Todos os três têm suas virtudes, indiscutíveis, seus méritos. É claro que, por exemplo, em relação à figura do Zé Reinaldo sempre há um caminho todo especial de todos nós pela condição dele de ex-governador do Estado, obviamente. Mas é preciso que haja uma construção que sustente esse pleito, de disputar o senado. Eu não posso trair as minha convicções. Eu realmente acho que não cabe mais na política do Maranhão nenhum tipo de coronelismo. Então, não vou ser eu a fazer imposição, como tradicionalmente era feito no estado.

JP – Numa reunião com o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, ocorrida aqui no Maranhão, o senhor teria dito a ele que apoiaria o deputado federal José Reinaldo [de saída do PSB] ao senado, caso ele fosse para o DEM e o DEM se aliasse ao senhor aqui no estado. Isso se confirma?

Flávio Dino – Não foi bem assim. Essa reunião realmente houve aqui no Maranhão. Eu e o Rodrigo somos amigos há muitos anos, fomos deputados juntos, e me foi feita a seguinte pergunta: ‘O fato de o ex-governador Zé Reinaldo se filiar no DEM é um critério que o exclua da chapa do Senado?’ Eu respondi: ‘De modo algum’. E devolvi ao Maia outra pergunta: ‘E o DEM ficará conosco?’ Ele respondeu: ‘Sim, ficará’.

JP – Como o senhor avalia os cenários político e econômico que se esboçam no Brasil para o ano de 2018, quando o sr. tentará a reeleição?
Flávio Dino – Estamos muito tranquilos, muito seguros em relação ao quadro de 2018. É evidente que é sempre uma disputa que temos de travar com imenso cuidado, com atenção, com disposição e com energia. E isso nós temos. Ao mesmo tempo, nós temos indicadores objetivos que nos dão esta tranquilidade. As pesquisas são favoráveis, a avaliação do governo é favorável.
Enfrentamos uma conjuntura especialmente agressiva e hostil. Basta ver a situação de todos os governos no país – desde o governo federal até a maioria das prefeituras. Mas, ao contrário disso tudo, nós conseguimos manter uma situação de equilíbrio fiscal, longe do ideal, mas uma boa situação fiscal, chancelada pela Secretaria do Tesouro Nacional. Além de outros indicadores, conseguimos manter a máquina pública funcionando – o que já é uma conquista, um feito – e ao mesmo tempo com investimentos, políticas públicas novas, políticas sociais, construção de serviços públicos em várias áreas. Em cada tema que se queira abordar, vamos ter resultados melhores do que aqueles que encontramos ao assumir.

JP – Cite um exemplo.
Flávio Dino – A título de exemplo cito o tema da saúde. Nós conseguimos fazer no nosso mandato sete grandes hospitais, em Caxias, Bacabal, Pinheiro, Santa Inês, Imperatriz, Balsas, além do Hospital de Traumatologia e Ortopedia (HTO), em São Luís. São unidades que atendem a milhões de maranhenses. Em 2018, nós ainda teremos muitas entregas. São aproximadamente 200 inaugurações daqui até março, além de tudo o que já fizemos nesse ambiente hostil, agressivo, de crise nacional. Há também as obras novas que vamos começar, como o Hospital da Ilha, para o qual nós já abrimos a licitação, que ocorre em janeiro. Vamos usar  ecursos do BNDS e da Caixa Econômica. Então, qualquer que seja a política publica eleita, nós vamos encontrar bons resultados. É isso o que nos dá tranquilidade. Ao mesmo tempo, no terreno político, nós conseguimos ampliar a aliança que tínhamos em 2014. Então, os indicadores são muito favoráveis, mas temos de ter muita atenção e muita serenidade em relação a 2018.

JP – O sr. vai continuar enfatizando sua postura ideológica em 2018, postura esta que vem tomando mais corpo desde a época do impeachment da então presidente Dilma, em 2016?
Flávio Dino – Todo mundo tem de ter postura ideológica, porque é da natureza da vida. Se você não tiver firmeza de ideias, ou morreu ou é um oportunista… Mas chamam o sr. de ‘ultrapassado’, de ‘dinossauro’, por sua ideologia… Dependendo de quem diz isso, até enriquece meu currículo…

JP- A esquerda tradicional não está ultrapassada?

Flávio Dino – Qual esquerda tradicional?

JP – O comunismo do PCdoB, por exemplo.
Flávio Dino – Você provavelmente está se referindo ao comunismo do PCdoB de 30, 40 anos atrás, mas se você for ler os textos atuais, você vai ver que eles têm uma aguda reflexão sobre a realidade brasileira. O nosso partido, o qual eu orgulhosamente integro, fez uma revisão de algumas ideias, como a adaptação de modelos nos diferentes países, que se revelou um enorme equívoco, como o modelo albanês ou o chinês. Mas há pelo menos uns 10 anos que o PCdoB reviu essas visões. Eu tenho muito orgulho de ser um político de convicções. Acho que isso é necessário para o Brasil, e no caso  do Maranhão acho que às vezes há até uma certa estranheza, porque [ter convicções políticas] é raro.

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Artigo escrito pelo ex prefeito, ex deputado federal e estadual e Engenheiro, Chico Leitoa.

hsr

Em 2014, aconteceu algo  inusitado no Maranhão, a oposiçāo elegeu o Governador e o senador. Vitória espetacular. O Maranhâo dava um passo importante para sair da situaçāo vexatória que ostentara durante as últimas décadas.

 

Com os Mandatários imbuídos dos mesmos  propósitos, exercendo as forças dos mandatos na mesma direção e mesmo sentido, em favor do povo que fez uma aposta nos novos eleitos, e em  novos métodos, com certeza estariam criadas as condições para que fossem enfrentadas e revertidas  as situações de milhões de Marahenses.

 

Nosso grupo em particular, teoricamente saíra forte: Governador eleito, Deputado Federal eleito, Deputado Estadual mais votado no Município e o Senador eleito. Este último com quem eu tinha mais ligação política do que com os outros eleitos, há muitos anos.

 

Terminadas as eleições, fui conversar com o amigo Senador eleito. Imaginava que, o que conversamos ao longo dos anos, aguardando aquele momento fosse verdadeiro.

 

Não lhe pedi nada, a não ser sua intervenção em algo que não achava justo, mas talvez pudesse resolver com um simples telefonema. Qual foi minha surpresa ouvi uma reação ríspida do irreconhecível Senador. Foi taxativo ao dizer que cada um usa as armas que tem. Que ele estava usando a sua que era o seu Mandato. Fiquei sem querer acreditar, apesar de já ter vivido situações parecidas, nunca se espera que possa acontecer novamente. Roberto, depois de proferir tais indelicadezas, foi pra sala do lado atender uma pessoa e segundo ele assinar a renúncia de Vice Prefeito de São Luís. Resolvi me retirar. Na passagem, Roberto, disparou: tava perguntando aqui o que é que vale mais, Vice Prefeito ou um saco de merda, e emendou: falei aqui que vale mais um saco de merda….Pensei: não é a mesma pessoa!!! Na saída encontrei com o Deputado Deoclides Macedo e o coloquei a par do que tinha ocorrido. Deoclides subiu pra falar com o poderoso Senador e eu me retirei dali com uma terrível sensação de ingratidão e com a decisão de mais ali retornar. Antes até fruta tinha ….

 

Lembrei de minha conversa com Conceição Andrade  numa ala do Senado 24 anos atrás, sobre nosso apoio à candidatura de Jackson Lago ao governo do Maranhão. Agora, via sinais da repetição da história em frente à um Senador que ainda  nem tinha tomado posse. Pensei: “Será o Benedito”. ???

 

A partir daquele dia, não fiz e nem recebi qualquer contato com o Senador. Até que no final de janeiro, recebi um Whatzap, daqueles que se manda para números registrados, convidando para sua  posse. Respondi que não iria e me reportei a forma como fui tratado em seu escritório no Marcos Center. Registrei meu desapontamento, pois minha ligação com ele era maior inclusive do que com Flavio Dino e tinha esperança que seu Mandato de Senador fosse tido como uma conquista nossa, um ponto de equilibrio, e teríamos um parceiro em seu representante. Desejei boa sorte e tive o cuidado de pedir que ele não remetesse ao Município de Timon, ou ao Prefeito Luciano, qualquer represália. Que a relação litigiosa ficasse como ocorrera apenas entre nós dois. Era o mínimo que ele podia fazer. A final, Timon, numa eleição dura, através do nosso grupo, sob a liderança do Prefeito Luciano, lhe deu quase 60%.

 

Como não misturo as coisas, em algumas idas a Brasilia, procurei o gabinete do Senador, claro, com seu conhecimento, mas muito mais pela ligação com seu então chefe de gabinete. Mas concretamente, o único gesto positivo do Senador para com Timon, foi assinar um oficio em conjunto com o Senador Elmano Ferrer, solicitando do DNIT, estudo de viabilidade econômico/ambiental, para a construçāo da quarta ponte ligando Timon a Teresina.( näo concretizado ). No mais, todos os movimentos de Roberto, sāo de colocar o mandato que nós o ajudamos a conseguir, contra nós e o nosso municipio.

 

Primeiro juntou a bancada de 6 senadores do PSB e exigiu, junto à direção nacional do Partido, a destituição do  Luciano da Presidência do PSB estadual, eleito democraticamente em congresso do Partido. Não tendo obtido êxito, se utilizou de um filiado para propor a intervenção no diretório maranhense. Também não conseguiu, mas fez e conseguiu algumas exigência$ colocando o filho como Presidente do Diretório Municipal de São Luis.

 

Em Timon, apoiou nossos adversários na eleiçāo de 2016. Agiu junto ao EX presidente Lula, prometendo seu voto no Senado contra a cassação de Dilma e nos tirou o PT em plena campanha, onde tivemos que refazer programas do horário gratuito pois o tempo do Partido estava contabilizado. Na votação, votou pela cassação e a direção nacional do PT reconduziu a silga pra nossa coligação, mas não tinha mais muito tempo. Prejudicou inclusive os candidatos a Vereador do Partido.

 

Roberto costuma dizer que não deve nada a ninguém pelo seu mandato, aí incluído Flavio Dino. E sem mais nem menos, achando-se o mais importantes dos políticos e que o mandato de senador é eterno, partiu pra cima dos que mais lhe ajudaram na campanha. Não quis conversa com quem votou nele. Criou uma psicose contra seus ex aliados e se faz  acompanhar apenas e tão somente de quem lhe combateu, pois aí na convivência do dia a dia, ao invés de aliados, a relação passa a ser a de Patrão. Começou com Clodomir Paz que foi coordenador de campanha do seu concorrente, hoje seu braço direito. Pouco tempo depois de assumir, nomeou como seu chefe de gabinete um ex secretário de Roseane ( Fábio Gondim ). Emplacou o filho de Clodomir Paz num cargo em comissão na oitava regional da Codevasf, sediada em São Luis.

 

Nas eleições municipais começando por São Luis, trabalhou para derrotar seu ex companheiro de chapa na eleição anterior e que lhe ajudou muito na campanha. Em Imperatriz, se juntou e apoiou Ildon  Marques contra quem lhe apoiou na campanha de Senador ( Madeira, Rosangela e todos ligados à Flávio ). Em Timon, apoiou Alexandre e Socorro Waquim, que se aliaram para tentar derrotar Luciano, que foi o responsável direto pela pacificação do PSB Ma criando as condições para que Roberto fosse candidato único da oposição ao Senado e consequentemente sua eleição.

Voltando um pouco mais no tempo ( leia: a história se repete, parte 1 ), em 2006, o então governador Zé Reinaldo, deu todas as condições na campanha de Deputado Federal de Roberto e ele foi o mais votado. No final desse mandato, com as candidaturas ao Senado de Zé Reinaldo e o Ex Ministro Vidigal, esse último convidado por Roberto para disputar o Senado pelo partido que ele presidia, o PSDB, eis que no final do prazo que antecedia as convenções, Roberto se lançou candidato ao Senado de forma irredutível. Fomos com 3 candidatos para duas vagas. Duda Mendonça amarrou João Alberto e Lobão  e levaram as duas vagas, onde com dois candidatos, poderíamos ter eleito os dois, além de prejudicar as Candidaturas ao governo de Flávio e Jackson, passando para a população a ideia da disputa interna, impedindo uma maior dinâmica nas campanhas. Roseana levou no primeiro turno. Roberto poderia ter retribuído o que Zé Reinaldo fez por ele na eleição anterior. Mas fez o contrário, e sua candidatura foi responsável direta pela não eleição de Ze Reinaldo e deixou de ser correto com Vidigal, que também teria chances com apenas duas candidaturas.

 

Quantos planos fizemos em longas conversas, ao longo dos anos, sempre remetendo ao espírito de grupo, em prol da população, caso viesse acontecer o que acabou acontecendo. Num determinado momento da campanha vimos que tava muito difícil a eleição para o Senado.

Flávio, favorito, com sua eleição definida, passou a fazer campanha priorizando Roberto. Em Timon  Fizemos uma reunião específica pedindo empenho dobrado dos companheiros e a justificativa era que, Roberto eleito,  teríamos um parceiro no Senado.

 

Mas a história se repete e assistimos hoje a forma até grosseira e desrespeitosa como  Roberto  se refere à praticamente todos os seus ex  aliados.

Trata Flávio, em muitas publicações como se fosse eterno inimigo, mas deixa transparecer inveja  pois considera que Ele “furou a fila” … Sentimento que conseguiu guardar até ser eleito Senador.

E dispara todos os movimentos contra nós:  dia desses numa entrevista de rádio  em Timon, onde chegou a afirmar que o Luciano tinha vendido o PSB para o Flávio por 3 quilômetros de asfalto. Esqueceu de quantas afirmações elogiosas fez da nossa família  ( e tenho quase tudo gravado ), sendo ele sabedor da nossa índole, que não nos permite o jogo da política rasteira.

 

Alguém pode dizer: mas Chico, o Roberto pode vir a ser Governador. Primeiro, quase sempre enfrentei Governadores, e outra, Roberto nos deu a senha: quem quiser ser seu aliado depois de eleito, vote e faça  campanha contra ele na eleição…

… Então tá !!

 

 

Eng Chico Leitoa

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‘Nada é mais gratificante do que participar do aniversário da cidade presenteando a população com duas novas ambulâncias.’ Comentou Rafael Leitoa.

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Atento às necessidades do município de Timon e, em ação de parceria com a prefeitura do município e governo do estado, o deputado Rafael Leitoa (PDT) participou na manhã desta sexta-feira (22) da entrega de duas ambulâncias: uma unidade para o Hospital Luís Firmino de Sousa (HPA) e outra unidade de suporte avançado para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Os veículos foram adquiridos via emenda parlamentar do deputado Rafael Leitoa, no valor de R$ 341 mil reais. O deputado confirmou que já existe recurso garantido para aquisição de mais veículos em 2018.

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Presente para os 127 anos de Timon 

O dia 22 de dezembro é aniversário de fundação da cidade de Timon e a entrega das ambulâncias, fundamentais para auxiliar o atendimento aos moradores da cidade, serviu de comemoração da data. O prefeito de Timon, Luciano Leitoa (PSB), lembrou a parceria e afirmou que são fundamentais para administrar uma cidade. “Nós temos responsabilidade por aqueles a quem escolhemos. E eu fico feliz de ver que muitos deputados têm nos ajudado e enviado recursos para nossa cidade e coloco isso para as pessoas do nosso município: que fazer gestão não é só do prefeito, mas de cada um de nós”, enfatizou o prefeito Luciano.

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Na solenidade, Rafael Leitoa, que está no terceiro ano de mandato e inúmeros trabalhos realizados pela cidade de Timon e região, afirmou que nada é mais gratificante do que participar do aniversário da cidade presenteando a população com duas novas ambulâncias.

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“Ano passado, colocamos R$ 1.600.000,00 reais para custeio da saúde, que foram investidos nas Unidades Básicas de Saúde – UBS, com a compra de equipamentos. E, neste ano de 2017, decidimos fazer o investimento para a compra de veículos com o valor de R$ 1.000.000,00 de reais, onde foi possível adquirir os carros. Hoje começamos a fazer as entregas com essas ambulâncias, mas já está garantida para início de fevereiro mais uma ambulância, além de duas picapes e cinco veículos gol para o fortalecimento da Atenção Básica de Saúde na zona rural de Timon”, finalizou o deputado.

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Salgado Maranhão prendeu a atenção de aluinos, professores e colaboradores com sua sabedoria e sua simplicidade

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‘De 10 requerimentos, 8 serem justificativas de faltas, atestados médicos vergonhosos, ausência exagerada nas sessões, isso é que tem que ser explicado para o povo, e isso tem quer explicado muito bem, pois atinge inclusive o regimento desta casa e não tendo 20% de presença, questionando até a legitimidade de seu mandato. Finalizou Rafael Leitoa.

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Na tarde desta quarta-feira(20), o deputado Rafael Leitoa, durante sessão para apresentação do orçamento para 2018 na Assembleia Legislativa do Maranhão, usou a tribuna para rebater insultos e acusação de haver votado contra emenda do deputado Eduardo Braide para Timon, emenda essa que está fora do limite individual de 4 milhões.

Descascando a oposição

Ao ser interpelado pelo deputado Alexandre Almeida, o deputado Rafael Leitoa afirmou que o momento era oportuno para oposicionistas tentarem descaracterizar um governo legítimo e que atua na cidade de Timon, porque hoje Timon tem um representante na assembleia. Lembrou ainda que tinha um deputado eleito com o voto timonense no governo passado, mas ações não chegavam na cidade, seja por emenda individual ou por ações do executivo, e que Almeida teria erguido um muro entre Timon e São Luís, sendo inclusive responsabilizado pelo próprio grupo que pertence, pela impopularidade de Roseana em Timon.

Convite

Rafael, ainda lembrando a ausência de ações que beneficiassem a população timonense, mesmo o deputado Alexandre sendo o líder da bancada governista da então governadora Roseana Sarney, lançou o convite para o deputado oposicionista para participar da entrega de duas ambulâncias na próxima sexta-feira(22/12) em Timon, fato que nunca ocorrera durante seus dois mandatos.

Colégio Militar, IEMA e Caic

Rafael Leitoa ainda fez questão de enfatizar que importantes aparelhos de educação esquecidos por Alexandre Almeida, hoje transformaram-se em realidades fruto de seu empenho e da seriedade do governo de Flávio Dino, inclusive o CAIC que fora completamente saqueado e que hoje se encontra na reta final de reforma e adequação é fruto de seu empenho. Leitoa fez questão de pontuar que devido ao seu esforço,  na manhã desta quarta-feira(20), 100 alunos formaram-se no ensino médio do Colégio Militar Tiradentes/Timon, e que outros tantos estão passando por este triunfo no IEMA/Timon, que também é fruto de seu esforço.

20% de Presença

‘De 10 requerimentos, 8 serem justificativas de faltas, atestados médicos vergonhosos, ausência exagerada nas sessões, isso é que tem que ser explicado para o povo, e isso tem quer explicado muito bem, pois atinge inclusive o regimento desta casa e não tendo 20% de presença, questionando  até a legitimidade de seu mandato. Finalizou Rafael Leitoa.

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